Algoritmos e entretenimento fazem parte da rotina de milhões de usuários. Nem sempre escolhemos o que assistimos: plataformas como a Netflix utilizam sistemas capazes de observar, aprender e decidir, influenciando a experiência do público. Produzido pelos integrantes do grupo de pesquisa LABTECH – Universidade de Fortaleza, coordenado pelo professor Claudio Sena, o artigo analisa a atuação da Netflix dentro da lógica do capitalismo de vigilância, investigando como dados e tecnologia moldam hábitos de consumo e a experiência do usuário.

Resumo: A pesquisa analisa como a Netflix opera como uma ferramenta do capitalismo de vigilância, utilizando algoritmos para coletar, analisar e transformar dados comportamentais dos usuários em estratégias de retenção e controle. A partir da fundamentação teórica de autores como Shoshana Zuboff, Pierre Lévy e Manuel Castells, investiga como o uso de Big Data e inteligência artificial influencia hábitos de consumo e reforça estruturas de influências invisíveis. A metodologia adotada é qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e análise crítica. A Netflix exemplifica uma forma de vigilância algorítmica, baseada na manipulação da experiência do usuário em benefício de interesses corporativos.

Link do artigo: https://sistemas.intercom.org.br/pdf/submissao/regional/19/3641/050520251257586818e006f1529.pdf

“Um livro raro, no qual devemos confiar como guia neste longo e difícil caminho rumo ao entendimento.”
– NEW YORK TIMES
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Publicitária, criativa  e amante da arte. Escrevo sobre cultura e experiências a partir do cotidiano.

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